segunda-feira, 23 de março de 2026

 Contos de Fadas e a Constelação Familiar


A beleza dos contos de fadas máscara muitas vezes como o amor na família pode se desdobrar em repetições de destinos difíceis. Primeiramente, os autores apresentam os fundamentos da psicoterapia sistêmico-fenomenológica segundo Bert Hellinger e reúnem os processos nos laços familiares. Em seguida, descrevem o modo como eles trabalham com histórias, ilustrando com exemplos de casos o significado sistêmico de alguns contos de fadas, bem como a força do efeito de seu esclarecimento. A originalidade deste livro está no significado sistêmico destas histórias, portanto como elas se ligam ao contexto das relações de cada cliente. Através de novas formulações e interpretações pode-se então desfazer a ilusão criada pelas imagens "mágicas" das histórias, conduzindo os clientes à realidade que liberta. Ainda nesse livro encontramos dois importantes artigos: um sobre os relacionamentos de casal e outro sobre o atendimento individual com figuras."

Qual a sua história predileta ou a que mais te impressionou até os seus sete anos? Escolha apenas uma. Pode ser uma canção, conto de fadas etc. E nos últimos 2 anos, qual o filme, ou romance, poema, conto, música, ópera, etc., predileto ou que mais te marcou? Novamente, escolha apenas uma, porque ela vai te ajudar a trazer algo à luz. Consegue encontrar alguma semelhança entre o enredo da primeira narrativa com o da segunda? 

A quantidade necessária de história para constelar

Quatro histórias de acordo com roteiro de Berne.

1.     Infância (mais ou menos 5 anos)

2.     Infância (mais ou menos 12 anos)

3.     Juventude (mais ou menos 21 a 30 anos)

4.     Adulta, não devendo ser muito recente.

Foi desta maneira, que Bert Hellinger adotou a técnica, mas outros autores foram modificando.

Na maioria das vezes a história predileta da infância nos apresenta o tema da família e a pessoa a quem se está unido pelo vínculo do destino. Exemplo: O soldadinho de chumbo. Aponta um soldado, o pai ou outra figura masculina que tem que abandonar a mãe.

A história na vida adulta tem função semelhante à da infância, principalmente se for muito simbólica ou tiver traços de contos de fadas. Exemplo: Narciso e Boca de Ouro, refere-se a um homem à procura da mãe. Sidarta, aponta para um homem que reconhece, tarde demais, o valor de uma vida simples e das coisas triviais.


Prof. Psicanalista Arteterapeuta Ivanice Rodrigues

O Labirinto Chartres e Amies e equilibrio Anima(feminino) e Animus Masculino

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