Contos de Fadas e a Constelação Familiar
A beleza dos contos de fadas máscara
muitas vezes como o amor na família pode se desdobrar em repetições de destinos
difíceis. Primeiramente, os autores apresentam os fundamentos da psicoterapia
sistêmico-fenomenológica segundo Bert Hellinger e reúnem os processos nos laços
familiares. Em seguida, descrevem o modo como eles trabalham com histórias,
ilustrando com exemplos de casos o significado sistêmico de alguns contos de
fadas, bem como a força do efeito de seu esclarecimento. A originalidade deste
livro está no significado sistêmico destas histórias, portanto como elas se
ligam ao contexto das relações de cada cliente. Através de novas formulações e
interpretações pode-se então desfazer a ilusão criada pelas imagens
"mágicas" das histórias, conduzindo os clientes à realidade que
liberta. Ainda nesse livro encontramos dois importantes artigos: um sobre os
relacionamentos de casal e outro sobre o atendimento individual com
figuras."
Qual a sua história predileta
ou a que mais te impressionou até os seus sete anos? Escolha apenas uma. Pode
ser uma canção, conto de fadas etc. E nos últimos 2 anos, qual o filme, ou
romance, poema, conto, música, ópera, etc., predileto ou que mais te marcou?
Novamente, escolha apenas uma, porque ela vai te ajudar a trazer algo à luz.
Consegue encontrar alguma semelhança entre o enredo da primeira narrativa com o
da segunda?
A quantidade necessária de história para
constelar
Quatro histórias de acordo com roteiro de
Berne.
1.
Infância
(mais ou menos 5 anos)
2.
Infância
(mais ou menos 12 anos)
3.
Juventude
(mais ou menos 21 a 30 anos)
4.
Adulta,
não devendo ser muito recente.
Foi
desta maneira, que Bert Hellinger adotou a técnica, mas outros autores foram
modificando.
Na maioria das vezes a história predileta
da infância nos apresenta o tema da família e a pessoa a quem se está unido
pelo vínculo do destino. Exemplo: O soldadinho de chumbo. Aponta um
soldado, o pai ou outra figura masculina que tem que abandonar a mãe.
A
história na vida adulta tem função semelhante à da infância, principalmente se
for muito simbólica ou tiver traços de contos de fadas. Exemplo:
Narciso e Boca de Ouro, refere-se a um homem à procura da mãe. Sidarta, aponta
para um homem que reconhece, tarde demais, o valor de uma vida simples e das
coisas triviais.
Prof. Psicanalista Arteterapeuta Ivanice Rodrigues

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